Mergulhei de cabeça
Tinha profundidade do tornozelo
Listen to the silence in your heart
Listen to the silence, it's the start
From silence comer sounds
From sounds come words
From words come prayers
From prayers grows peace
In peace love grows
With love we heal
Our ancestors
Our children
And our souls
- Maneesh de Moor -
Entupida de medos
Colada nas crenças estúpidas da dualidade
Ela cava a sua própria intenção
Se enchendo de dias passados
ao vento
ao sol
e à chuva
E de infinitas possibilidades
da criação de algo maior do que ela mesma.
Se ao menos tivesse
Coragem.
Tragava o coração
e vomitava flores.
Miragem?
Outra vida?
Imaginação?
Caminhos
paralelos
que
se
perdem
no
vazio
.
.
.
Compreendi o teu propósito
Desprendi-me dos nós mentais
Apaziguei o corpo
Desliguei-me das memórias
Escrever livre já não me chega.
Andar livre já não chega.
Que o caminho
E as portas que se abrem
Se encham de luz
Que sejam as portas do coração.
Que se encham de Luz
Para continuares a tua caminhada sem fim.
Pois é no caminho que estamos
É no caminho que continuamos
A ver
A sentir
A ouvir
A saborear
A cheirar
Ficam as amizades
O bom, o Belo e o invulgar.
Encontrei o meu caminho. No caminho.
O caminho do coração.
Continua a escrever
Este é o caminho.
Entre o branco e o preto, pode existir o cinzento; entre o dia e a noite, há o crepúsculo.
No entanto, nem o cinza nem o crepúsculo reduzem as diferenças.
Autor Esquecido
Eu gosto de comunicar.
Eu gosto de simplificar ideias complexas
Juntar as peças sem nexo
E de dar corpo a ideias simples
Eu gosto de tornar palpável ideias abstratas
Mas também de levar o pragmatismo a dar uma volta na lua.
Eu gosto de ver você voar e ser quem puxa o balão de volta à terra.
Eu gosto de trazer você para o monstro digital.
Quer queira quer não
É uma conexão fenomenal.
Eu gosto do que faço e como faço.
Então, forma-se entre o todo e a sua parte
Uma relação
Que faz deles entidades separadas
Das quais
Uma é a parte considerada
E a outra
o todo que retirou essa parte
Mas, o todo menos uma parte
já não é o todo
E, enquanto subsiste essa relação
Deixa de haver um todo
Mas sim duas partes desiguais"
-- J. J. Rousseau
Bem disse Peter Drucker, o guru da gestão: "Planear não se refere à 'previsibilidade' do futuro, mas para a 'futuriedade' das decisões presentes'"