Mesmo depois desta treta toda, desta violência toda, eu continuo a desejar-te o melhor... (Mesmo que não acredites)
Oh man....
Mesmo depois desta treta toda, desta violência toda, eu continuo a desejar-te o melhor... (Mesmo que não acredites)
Sentença
De um só episódio foram muitas lições.
Despi camadas do ego. Esmiucei a ética e encontrei a humanidade.
Despi a capa que impediu-me sentir ciúmes durante uma vida. Ah! Cheguei lá. Vi a cara e a cara escondida da puta. Espumei-me. Ri-me.
Encontrei o meu maior monstro. O meu grande e talvez maior Medo. Acolhi-o, acalmei-o. Que viagem!
Encontrei uma ferida geracional. Fodasse. Senti uma dor que não era minha e libertei-me
Encontrei os meus limites. Violados, violentados, mais uma vez. E coloquei um parágrafo novo sobre como quero me relacionar com o teu caráter escasso.
Encontrei a grande ferida da minha voz. Que saiu aberta escancarada, em carne viva. Ainda precisa de cuidados e da pessoa certa para cuidar. Falar a minha verdade, defender o que acredito há de encontrar um espaço de amor para se expressar.
Encontrei outra grande ferida do uso da voz. Também em recobro. Não há mãos para explorar.
Se a vida te traz pessoas sem caráter com situações podres, ainda há possibilidade de fazer algo com com isso.
Sou grande e produtiva.
A minha terapeuta também.
Viva as emoções nuas e tão mas tão cruas que emergiram do lodo da forma mais feia e cavernosa de sempre. É caminho.
Underwater
Para quantas mais?
Preparada para o pior
Sabe aquele outro caso grave
De Burro?
Pois é.
Quem diria...
Que levaria algo de positivo.
Sabes o que é?
Se estás a ler
é porque queres.
Então cá vai.
Era um homem,
nos seus 39 anos.
Músico, compositor, multi-instrumentista
Master numa arte onde passava vários meses do ano fora a trabalhar e, bem, de onde tirava maior parte do seu rendimento.
Era pai de uma filha de 6 anos.
Soa-te familiar?
Ainda não?
Não tinha casa
Vivia na miséria
Numa cave,
Numa casa partilhada
Onde tinha um quarto deplorável
A porta da casa era arrombada, tonha um grande buraco no vidro.
Pois ééé........
(Mas tinha carta de condução e carro, vá lá)
Via a filha 2 ou 3 vezes por ano.
Um fim de semana aqui, outro acolá.
Mais 15 diazitos nas férias de verão.
Eu desfrutei de umas infelizes férias com este homem e seus dois filhos. Sim, tinha também um nos seus 18 prai.
Fomos a um festival de verão que apaguei o nome e o local da memória.
Dormíamos eu, o homem e a filha na carrinha.
A melhor parte do festival.
Do nada.
Oi?
Como?
O homem surge mamado em LSD.
Eu a cuidar da filha.
É.
Podiam ser cogumelos.
(Ainda bem que foram apreendidos.
Porque ele jamais entenderia.
No seu nível de consciência empática.
A responsabilidade.
A sensibilidade.
(Fico feliz que vá ter a experiência
Com alguém que lhe possa dar tal dinâmica orgânica para a coisa.
Eu não poderia. Jamais. Não da forma como ele imaginava. Os dois? Num dia fodido como aquele? Sem preparo? Com um filho sob nossa responsabilidade? Deuses. Se algum pseudo-leitor não acha isso insano, mostra-me, por favor, a tua visão.
Eu cá fico-me pelas dinâmicas que envolvam diálogo e direção conjunta.
Haverá algo mais inteligentemente orgânico sexy e expansivo que um bom nível de diálogo e decisões conjuntas?
Gostava que assim fosse. Mas não havendo consciência, perdeu-se o que era doce.)
É.
Depois dessa,
matei o burro.
E nunca mais o vi.
Eis que vejo-o
8 anos depois.
Como exemplo do que me aguarda a mim e ao meu filho.
E eu achando que meu filho ser apresentado
A uma uma gaja estúpida qualquer
Era o pior.
Ah!
Vida!
Sempre a surpreender.
Haja força.
Para criar filhos para o mundo.
Há que estar
Preparada para o pior.
Afinal,
Do fumo sempre presente,
Da ausência,
Passamos para a mentira,
Saltamos para negligência.
O que virá a seguir?
Há que estar
Preparada para o pior.
Um dia conto
Um dia conto
O bem que fizeste.
Sim
Também fizeste bem,
À tua maneira
Um dia conto
As lições que tirei
Das grandes merdas que fizeste
Davam um bonito livro
As lições, claro.
Porque as tuas merdas
Podem morrer neste
Blog pseudo-anónimo
Que as outras batam
A cabeça no lodo
Como eu bati
Se não,
Não teria graça
Não achas?
Ao menos isso
Pelas minhas contas.
Este vómito abrupto,
Diz-me que
O próximo
Está próximo
Ao menos
Padrões
São
Previsíveis
Diabo
Manipulador de merda
Sim, violência psicológica
Não consegues ter uma mulher grande ao teu lado
Precisas a manter pequena
Só assim sentes que a terás por perto
Torna-a pequena, pouco a pouco
Com a tua inconsciência?
A cada música que ela coloca, um deboche. Violência.
Cada trabalho bom onde ela se autossupera, encontras e comentas uma mulher diferente, mais má! Violência.
A cada brio em colocar a mesa, chamas pela palavra que ela sempre diz odiar, "dondoca". Violência.
Atrás das desculpas, fazes ela de chofer, para estar ao teu serviço, onde quiseres. Manipulação.
Atrás da infantilidade e masculinidade rasa, faz ela exausta a cuidar da casa que ela arranjou e se mexeu para fazer acontecer e pagar a entrada, a cuidar do filho e a construir o seu trabalho, enquanto se sente rebaixada a receber ajuda de familiares e do estado. Violência.
Não faz tempo de casal, fingindo que não enxerga a diferença brutal entre o individual, o casal e a família. Faz com que definhe, manipula-a para achas que perdeu toda a sua feminidade, porque não é mais "orgânica".... Violência para a manter debaixo do seu nariz.
Manipula, foge, larga para ela se enterrar em responsabilidades. Violência.
A cada passo para melhor gestão das finanças, novos deboches sobre controle e direção das mesmas! Violência.
A cada ponto de situação das finanças, um desdém e insinuação de que é mentira a parte dela. Violência.
A cada tentativa dela de se autocuidar, um deboche. Violência.
A cada choro e sentimento "não te adianta de nada ficar assim", invalidando emoções. Fodasse!!!!!! Violência inconsciente!!!!
A cada tentativa de nutrir o casal. Para um casal grande ele não tem pulso! Negligência.
Todos os compromissos que falhou que fez comigo e com o teu filho quando nunca falhou com seu trabalho. Violência inconsciente. Nojo.
Fazê-la acreditar que viver no meio dos ratos e de gente podre é a melhor solução. Puta violência miserável!!!!!!!!!!!!!!
Dizer que tinhas direito a parte do meu abono de gravidez! Jesusssssssssss Maria Madalenaaaaaaa VIOLÊNCIA!!!!
Insinuar a que sou louca a cada reação emocional. Violência!!!!!!!!
Me deixar sozinha em meio a ataques de pânico. Violência!!!!!
Me deixar sozinha em meio a uma vontade brutal de me magoar. Violência!!!!
Ameaçar inúmeras vezes usar o momento mais vulnerável que te contei que tive contra mim. Triste Triste Violência! Baixo. Sem caráter. Imoral. Podre.
Chamar-me Lixo, abusiva, chopista, abusadora, quanto trazia uma ideia da qual não gostas para a mesa. Violência!!!
Ficar nervoso e se exaltar quando identificava e mencionava sentir que não me apoiavas. Violência.
Não respeitar o meu espaço de trabalho em casa. E acusar-me constantemente de louca por o requerer. Violência.
Fato comprovado. Achares que se eu não tivesse sob a tua manipulação, eu comeria Merda. Violência nas atitudes que o mostravam. E na fala.
Tinhas razão quando dizias que eu deveria me amar mais.
Só eu não sabia ainda que era apenas longe deste ambiente é que poderia aprender a fazê-lo.
E como foi difícil.
Tão mas tão mas tão pequena estava.
Que nem a saída alcançava.
Mas
Onde há vontade
Há um caminho
O estrago foi grande.
Mas saí.
Ámen.
Condução
Jamais.
Jamais.
Jamais
Se juntem com alguém que não tenha
Carta de Condução.
Não se iludam.
Não queiram ser Chofers
Ninguém merece isso.
Não é saudável para nenhum relacionamento.
Jamais
Jamais
Jamais
Se juntem com alguém
Que diz ir tirar a carta de condução
Jamais!
O que importam são as atitudes
E não as palavras.
Jamais
Jamais
Jamais
Se juntem com alguém
Que não conduz a própria vida
É muito
muito
muito
desgastante
Estar com alguém assim
Alguém que não tem direção
Nem quer ter
Alguém que não põe ideias na mesa
E para onde quer que o leves,
Estará bom
É pesado.
É triste.
É chato.
É humilhante.
Eu esperei.
Eu acreditei.
Eu me iludi.
Eu me fodi.
Jamais
Jamais
Jamais!
Foi-se o dia...
O dia onde eras capaz de entender
ou querer entender.
Mas a inércia de andar à boleia
é grande demais
Tapa-te à vista
Continuas a chupar
a conta de netflix
E a achar
que isso é apenas uma
questão de netflix.
Que isso é apenas
Mesquinhez
Vingativa
Coisa de má pessoa
Lições grandes...
Aprender a não se deixar levar
por tanta burridade
Porque é fácil dizer que
o outro é assim
porque vê isso
Difícil é ver-se a si próprio
nestes moldes.
Um dia,
dou-te uns óculos como prenda.
Neste dia, espero que já estejas debaixo da terra
Espera.
Já estás lá.
Já morreste para mim.
Tal como todos os outros burros
que passaram pela minha vida.
A diferença é que manténs uma função
Por um fio,
mas, é o que é.
Respirar fundo
E seguir em frente.
Que depois deste,
ah!
Depois deste, não.
Não hão de vir mais
Burros quadrados.
Estou aqui para romper
a merda dos padrões.
Fodasse.
Nesta altura
Tocaste-me onde
jamais
Alguém havia tocado.
Abriste uma frecha
Atravessaste-me com um feixe de luz.
Uma grande Pena
Tão grande desilusão
Seres apenas o Porteiro.
Vida complicada
Há uma grande diferença entre uma vida complicada
A maior dor
Foi não querer,
Foi não me identificar,
E, ainda sim, sentir.
Apego.
Ao que ainda não me dava.
Ver.
Libertação.
Bye, bye
Em tom de irritação
Despreparo
Como é possível um "adulto" insistir em saber o estado de uma criança através dela mesma?
Onde há vontade, há um caminho
Passava os olhos pela prateleira do supermercado,
Algo chamou-me a atenção.
Agarrei o pensamento.
Enviar luz!
Desejar o bem.
Nem vi o preço,
Não hesitei.
Ponderei.
Devo enviar luz primeiro a mim.
Acendi intencionando
Um espaço seguro e profundo
Continuei agarrada à ideia.
Optei por uma luz mais banal.
Tão banal quanto um chocolate de morango
Tão desconhecedor do dissabor que é receber um chocolate... de morango!
Continuei agarrada à ideia.
Redigi uma carta na máquina de escrever.
Rabisquei à lápis todas as edições.
Depois, escrevi à mão...
Escrevi com a caneta que a minha mãe me deu,
mas que ainda pensas que foi de ti quem recebi.
Abençoei a vela,
Nutri-a com óleo de laranja doce.
Desenhei o infinito na sua base.
Embrulhei o melhor que pude,
Em papel vermelho-vida
alegrado com mandalas.
Demorei hora e meia a pensar.
Entregar ou não entregar?
Porque entregar?
Qual é meu real objetivo?
Sinal de boa fé?
Ser vista?
Criar conexão?
Ser simplesmente Eu?
Seja qual for a intenção.
Olhei para trás.
Tanto dei.
Tanto dei.
Tanto dei.
Tanto dei.
Tão valorizadas foram,
que continuo a ser eu
a carregar as prendas que te dei.
Decidi entregar ao mar.
Ele saberia o que fazer.
Mas, afinal, não era lá que devia ficar.
Era para transmutar.
Entreguei ao fogo.
E, se a luz chegar.
Tanto me faz
Tanto me fez.
Não tenho nada a ver com isso.
A prenda afinal era minha,
Meu próprio processo de alinhar
Consciência e Comportamento.
Atitude e a vontade continuar a matar
Qualquer sinal de conexão
Para além da única função
que ainda tens.
A prenda afinal era minha...
Mais uma vez...
8 billion people willing
It's really easy to have someone(s) to fill a void for you.
There's 8 billion people on the planet
There's always going to be someone who's willing to fill that void for you
Because they will gain something from you in that pursuit
What's really really really hard, is to have someone to add to your life
Is to have someone sit with you in your darkest moments
When you are dealing with all those other relationships with family and friends
And when you are dealing with all thesepeople who disrespect you
And you are trying to heal from all of that
And that person looks at you and says
"We're going to get through this.
You don't deserve to be treated that way"
Metta Bhavana
Que ____ seja feliz.
Que ____ não sofra.
Que ____ encontre as verdadeiras causas da felicidade.
Que ____ supere as causas do sofrimento.
Que ____ supere toda ignorância, carma negativo e negatividades.
Que ____ tenha lucidez.
Que ____ tenha a capacidade de trazer benefício aos seres.
Que ____ encontre nisso a minha/sua felicidade
Paz
Eu vejo-te.
Eu sinto muito. Em algum momento nós nos perdemos.
O amor prevalece unindo o que foi separado. Fazes parte da minha história e isso é muito importante.
Terás sempre um lugar no meu coração. Desejo também ter um lugar no teu.
Meu processo evolutivo é diferente do teu, e isso não diminui a tua importância na minha vida.
Eu sigo o meu destino e tu segues o teu. Eu respeito as tuas escolhas.
Eu sou livre, tu também. O amor flui em nossas vidas.
Nosso relacionamento foi um sucesso. Nosso filho é o sucesso da nossa relação.
Nós somos os pais certos para ele. Nossa relação que foi de casal, não interfere na nossa relação como pais.
Toda vez que olhar para o nosso filho, ver-te-ei, e permito que o amor entre vocês flua.
Devemos ter esperança que os outros mudem?
Deram-te algum sinal, em preferência em forma de ação, de que QUERIAM mudar?
Se não, essa esperança é apenas uma ilusão que te alimenta, mas ao mesmo tempo te desgasta e atrasa a tua vida. Não faças isso contigo.
. Tânia Graça
Lembras-te?
Lembras-te daquele dia?
Daquele dia tão difícil para ti...
Aquele dia
em que voltaste para casa
e tudo dissipou-se.
Invejo-te.
Quero sentir isso um dia.
Nada mais importa.
Poço
A consciência tem um cheiro inconfundível
Como cebolas cruas e hálito matinal
Mas uma mentira
Cheira ainda pior quando é dita por alguém quem não está acostumado a mentir
É como ovos podres e fezes de cavalo
-FU
Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
Two roads diverged in a wood, and I—
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.
O peso denso da mentira
Espremo as últimas lágrimas
Do conto fracassado
Saem, do peso denso da mentira
O caráter fraco quebra-se
Estilhaçam-se partes jamais antes vistas
Rasgam as pontas soltas
Abandonadas no lodo da existência
Seu olhar verde podre
Trespassa a tua boca comprada
Vomito a bilis
E descarrego a última página
De um capítulo que jamais saberemos
Se sequer existiu
Que esvai-se, com o peso denso da mentira





