Há um êxtase que marca o apogeu da vida, além do qual a vida não se pode elevar mais. E tal é o paradoxo da existência, que esse êxtase surge quando se está mais vivo e surge sob a forma do completo esquecimento da própria vida. Esse êxtase, esse esquecimento de si, atinge o artista, surpreendido, em transe, num lençol de chamas, atinge o soldado, enlouquecido pela guerra, que numa batalha perdida recusa trégua (...)
J. L.




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