Clamo por um valor único, produto de todos os valores apreendidos constantemente durante a vivência – independentemente da altura, pois “a ordem dos fatores não altera o produto” –, que influencia diretamente cada ínfima situação ou tomada de decisão consoante o contexto próprio e único que se insere.
O valor único, a essência do Ser, a liberdade, podem ser conseguidos facilmente se aliarmos a reflexão ao instinto - porque promovem-nos a sensação de liberdade, porque dispomos da consciência sobre aquilo que estamos fazendo e os motivos que nos levam a tal - e se aliarmos a apreciação à emoção, concedendo-nos, assim, o domínio sobre as consequências da decisão e a dimensão da proporção.
Por fim, ideologias divergentes podem encontrar ponto de convergência embora permaneçam bem distintas quanto às suas finalidades últimas, de que dependem apenas da expressão essencial e verdadeira do próprio Ser.




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